Na manhã desta sexta-feira (31), os trabalhadores e trabalhadoras da saúde de Parnamirim realizaram mais uma paralisação de 24 horas da categoria, com Assembleia para avaliar o andamento da pauta unificada de reivindicações. Estiveram presentes o Sindsaúde/RN, Sindern, Soern e Sinfarn. Diante da lentidão da gestão municipal em apresentar avanços concretos na maioria dos pontos discutidos nas mesas de negociação, a categoria decidiu intensificar a mobilização. Durante a Assembleia, foi aprovada uma nova paralisação de 24 horas, com indicativo de greve, para o dia 13 de agosto, às 8h30, em frente ao Laboratório Central de Parnamirim. Também ficou aprovada uma paralisação de 12 horas no dia da votação da Lei de Diretrizes Orçamentárias (LDO) do município, garantindo que os servidores da saúde possam acompanhar a sessão e pressionar os vereadores pela defesa dos serviços públicos e da valorização dos trabalhadores.
Como resultado da mobilização e da pressão exercida pela categoria, os profissionais da saúde, juntamente com a direção das entidades sindicais, reivindicaram uma reunião com a gestão municipal e solicitaram a presença da prefeita Nilda. Após articulação com o Gabinete, foi formada uma comissão composta por trabalhadores da base e dirigentes sindicais, que participou de uma reunião para tratar dos principais pontos ainda pendentes da pauta unificada. Apesar do encontro não ter sido com a Prefeita Nilda, estiveram presentes o Secretário Municipal de Saúde, o Chefe de Gabinete e outros membros da gestão. Os encaminhamentos e informes detalhados sobre a reunião serão repassados à categoria em breve.
A mobilização desta sexta-feira reforçou que somente a organização e a luta coletiva são capazes de garantir avanços para os trabalhadores e trabalhadoras da saúde de Parnamirim. Por isso, é fundamental que toda a categoria permaneça unida e participe da próxima paralisação, marcada para o dia 13 de agosto, bem como a votação da LDO, fortalecendo a pressão sobre a gestão municipal e demonstrando que os servidores seguem firmes na defesa dos seus direitos e de um serviço público de saúde de qualidade para a população.