O Hospital Giselda Trigueiro, unidade de referência no tratamento de doenças infectocontagiosas no Rio Grande do Norte, tem sido alvo de graves denúncias. De acordo com relatos dos servidores, a situação estrutural da unidade se agravou ainda mais, com infiltrações severas espalhadas por diversos setores do hospital. Esse mesmo problema já havia sido denunciado há pouco mais de um mês, no dia 04 de março, mas até o momento nada se resolveu.
Além das condições precárias, trabalhadores (as) da saúde relatam que há água pingando diretamente sobre a fiação elétrica, o que representa um risco iminente de acidentes graves. Um dos pontos mais críticos é o banheiro utilizado por funcionários na UTI do térreo — área que funcionava como antigo pronto-socorro da COVID-19 e que, segundo os relatos, não possui estrutura adequada para operar como unidade de terapia intensiva.
A infiltração e os problemas estruturais não se limitam a esse espaço. Há registros de goteiras e deterioração no corredor principal, nas enfermarias da UTI térrea, no setor de raio-X e até mesmo na recepção da entrada do hospital. “É um caos”, resume uma trabalhadora.
Para nós do Sindsaúde/RN, é urgente que o governo do Estado e a Secretaria de Saúde encontrem uma solução para resolver essa situação. É inadmissível que os trabalhadores e trabalhadoras da saúde do Hospital Giselda Trigueiro continuem trabalhando expostos, com grave risco de um acidente trágico. Estamos alertando para que uma tragédia seja evitada. Exigimos condições de trabalho e um ambiente seguro para os servidores. A vida dos trabalhadores e trabalhadoras da saúde importa!